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O dilema do corte. Qual a frequência para cada cabelo?

há 3 anosNenhum comentário

Uma vez por mês as pontinhas, a cada três meses no mínimo três dedos, sempre que estiver sem vida, e por aí vai.  As opiniões são muitas, mas diferente do que você pode estar esperando ler aqui, não temos a resposta exata para essa pergunta! Porém, claro que o Hair Advisor não vai te deixar sem nenhuma resposta. Para clarear as ideias pegamos algumas dicas quentes com o Auro Ottoni, profissional com muita experiência em cortes e um artista do Torriton Patio Batel de Curitiba.

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Auro Ottoni e Sonia Mercer, que corta de 3 a 4 vezes por ano

Segundo este estudioso dos cabelos, não existe regra! A regra depende de cada um, ou seja, é você quem faz! Uma dica do Auro é ser atenta ao comprimento do cabelo, porque quando curto perde o corte muito antes do que o longo. Sendo assim, se houvesse uma norma geral poderia ser a de corte a cada dois ou três meses para os mais longos e uma vez ao mês para os curtos.

O corte masculino dura menos que o feminino. “Se o homem quiser manter aquele corte bem certinho curtinho, tem que vir de 15 em 15 dias. Entretanto, para manter qualquer corte sempre em dia, o ideal é todo o mês visitar o seu cabeleireiro”, explica.

A franja também é outro elemento que demanda mais atenção na frequência do corte, afinal quando cresce incomoda os olhos e é responsável por manter a moldura do rosto. Por isso mesmo é muito comum ver as pessoas voltando ao salão apenas para cortar a franja, porque o tempo dela não é o mesmo do cabelo como um todo.

Já para aqueles cabelos que possuem química, Auro reforça que não basta cortar as pontinhas, mas sim uma rotina de cuidados de hidratação para manter a saúde dos fios. “A química está no cabelo inteiro, então exige um cuidado sempre, apenas o corte não irá resolver”.

Pessoas com cabelos mais finos e fracos encontram dificuldade em deixar o cabelo mais longo, por exemplo. Quando isso acontece o profissional sugere que se mantenha um corte curto e saudável do que um longo danificado. Nesses casos, quando a cliente quer muito, pode-se optar por uma tela de aplique para reforçar a qualidade do cabelo. Sobre essa questão Auro alerta para o problema de queda de cabelo. “Muitas pessoas têm cabelos finos e fracos, pois não sabem que possuem queda excessiva de cabelo. Hoje já há alguns tratamentos que controlam isso e melhoram a qualidade do cabelo”, conta. Além disso, em casos mais amenos, a causa de queda de cabelo e cabelos fracos pode ser deficiência de vitaminas no organismo o que um simples polivitamínico pode ajudar.

 

“Tendência não é tirania”

Em nossa conversa com o Auro a frase acima chamou a atenção. Por mais que a moda e as tendências para cortes cabelo estejam sempre muito bem divulgadas para fazer a cabeça de todos por aí, não quer dizer que é para todo mundo. “Avaliar a cliente pelo que ela é, buscar conhecer os meios que frequenta e com qual estilo se identifica, é o mais importante para saber o que usar em cada cabelo. Não adianta colocar um corte clássico em uma pessoa moderna ou vice versa”, avalia.

E para concluir, a máxima é a mesma do começo desse post: cada caso é um caso. “Para mim, o momento de cortar o cabelo é quando a pessoa se olha no espelho e diz: Nossa meu cabelo esta horrível. A dica técnica para saber quando cortar é aquele momento em que o corte não possui mais caimento”, finaliza Auro Ottoni.

E a nossa dica é: para saber quando cortar seu cabelo busque sempre a orientação de seu cabeleireiro de confiança!